sábado, 19 de maio de 2012

Tinto


Leve, suave, livre de qualquer coisa que possa me incomodar,
Mesmo que seja só por um momento, a sensação de estar sem ti faz com que valha a pena te tomar,
A cada gole você vai se distanciando e sóbria estas no mesmo lugar,
Tranco-me novamente em meu mundo, tonta, sem saída, onde tudo é imperfeito e proibido 
As criticas são cada vez mais cruéis,
Bebo-ti outra vez, vicio-me e bebo-te de novo.
Como se fosse a solução, como se cada garrafa fosse o meu refugio 
Logo agora que meu eu desabrochou, 
Logo agora que é possível fazer
Me pego em ti e não me iludo, só não consigo parar te ti beber.
Mas isso tudo é por que gosto, não preciso.



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