O nada perambula pela cidade em busca do que sentir
Sem que possa ser sentido, uma vez é que o nada, não é nada,
Mas o nada continua, extravasa, e some;
Em um bar da esquina reflete
Em um copo a felicidade, em uma vida o amor e ódio entram em conflito
Quem ira vencer?
O que ainda prevalece nem se sabe mais,
E se o nada permanece na cidade é por que ainda não acabou
Sente.
Medo.
Corre.
Se esconde do que se pode tornar,
E se sentir for sobrenatural ele se torna o improvável.
A cidade é pequena, a felicidade não basta,
E o ódio tomou conta do nada e mais uma vez ele não existiu.

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